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Hoje vou falar de uma palavra que é auto estima, porque decidi escrever sobre esse tema, porque é um tema que aflige muitas pessoa...

sábado, 11 de junho de 2016

O gesso que nos aprisiona, e a luta diária de desvincilhar desse gesso..

Amigos teria uma foto de uma moça segurando o sol, mas não consegui adiciona-la, Ela me lembra algumas memórias afetivas de sensação agradável. Imagino que estou pegando o sol pelas mãos, ou seja, nesse momento único da minha vida eu posso tudo. Então fico pensando tenho vários momentos da minha vida, alguns especiais e alguns nem tanto. Foram tantos altos e baixo que posso correlacionar com a montanha russa, vou contar a vocês sobre um episódio da minha vida que lembrei. Tenho um filho que hoje tem 20 anos e sobreviveu a uma mãe totalmente bipolar, é um rapaz que me orgulho em ser mãe dele, pela postura que tem diante da vida. Quando ele estava com 2 anos, íamos para casa da minha sogra que residia em outra cidade, sentada no aeroporto a espera do avião fiquei observando uma bela mulher com seu lap top. Gente tive uma sensação horrível de tristeza, mas porque vocês devem estar perguntando. Pelo simples fato que naquele momento da minha vida eu não conseguia exercer profissão nenhuma, apesar de ter feito faculdade, pós graduação, não conseguiria exerce- la. Senti muita inveja daquela moça que parecia tão equilibrada, e bem estrutura dentro da sua vida é logico que ela deveria ter seus dramas internos. Mas naquele momento e na minha cabeça a única pessoa que tinha era eu. Era meu caos interno, para vocês terem noção tive inveja das garis, pois elas conseguiam trabalhar e eu não. Me sentia incapaz e luto contra essa sensação até hoje. Sei que são sentimentos referentes á doença, mas que nós imobiliza, e nos engessa, esse é o melhor termo para descrever a sensação que senti muitos anos da minha vida. Até hoje luto com um medo que nem sei descrever da aonde vem. Aprendi com minha psicologa que deveria priorizar a minha vida fazendo uma coisa de cada vez sem me estressar, sem sobrecarregar meu cérebro senão ele fica acelerado e não farei nada. O bendito cérebro acelerado pensamos mil coisas de uma vez, e posso dizer com propriedade que é péssimo para nossos amigos neurônios, como já disse e reitero eles morrem e temos comprometimentos seríssimo. Essa foto me lembra quando a luz entrou em minha vida e me fez querer lutar e me reconstruir. Com medicação, informação, grupo de apoio que participei chamado FENIX foi de grande ajuda, lá descobri que não estava sozinha que tinha pessoas até em situação pior, minha família que esteve comigo, meu marido que ficou comigo, poucos casamentos sobrevivem a bipolaridade .E ao meu filho que esta do meu lado apesar da pouca idade, dos amigos fiéis, e não posso esquecer do meu faísca que é o meu gato, que com seu amor incondicional me fez um bem danado. Bjs

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